TDAH

Tratamento para Déficit de Atenção e Hiperatividade

Diagnóstico cuidadoso e tratamento personalizado para melhorar o foco, a organização e o controle impulsivo, visando o alto desempenho funcional.
Pessoa com TDAH

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O que é o TDAH?

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição neurobiológica que afeta o funcionamento executivo do cérebro. Isso significa que áreas responsáveis pelo planejamento, foco, controle de impulsos e memória de trabalho operam de forma diferente.

Embora muitas vezes associado à infância, o TDAH persiste na vida adulta em grande parte dos casos. Sem tratamento, pode gerar frustração crônica, instabilidade profissional, problemas nos relacionamentos e uma sensação constante de não atingir o próprio potencial.

Sinais Comuns em Jovens e Adultos

O TDAH não se resume apenas a “agitação”. Em adultos, a hiperatividade pode se manifestar como uma inquietude mental constante. Os sintomas principais dividem-se em:

Desatenção e Desorganização:
  • Dificuldade em manter o foco em tarefas longas ou detalhadas
  • Procrastinação crônica e dificuldade em começar ou finalizar projetos
  • Esquecimentos frequentes e perda de objetos
  • Sensação de “nevoeiro mental” ou dispersão fácil

Hiperatividade e Impulsividade:
  • Inquietação física ou dificuldade em relaxar (sentir-se “ligado no motor”)
  • Falar excessivamente ou interromper os outros
  • Impaciência e intolerância à espera
  • Tomada de decisões precipitadas (gastos impulsivos, reações emocionais intensas)

Diagnóstico e Tratamento Eficaz

Nosso protocolo para TDAH é focado na funcionalidade e na qualidade de vida. Não buscamos apenas reduzir sintomas, mas capacitar o paciente.

1. Diagnóstico Diferencial Rigoroso

Muitos sintomas de TDAH se confundem com Ansiedade ou Bipolaridade. Realizamos uma avaliação clínica minuciosa para confirmar o diagnóstico, garantindo que o tratamento ataque o problema correto.

2. Tratamento Medicamentoso Otimizado

O uso de psicoestimulantes ou medicamentos não-estimulantes é o “padrão ouro” no tratamento. Quando bem indicados e ajustados, esses fármacos regulam a dopamina e noradrenalina, permitindo que o cérebro foque no que é importante. O acompanhamento é contínuo para encontrar a dose exata que traga benefícios máximos sem efeitos colaterais indesejados.

3. Estratégias Comportamentais

O remédio é como um “óculos” para o cérebro, mas o paciente precisa aprender a ver. Orientamos sobre estratégias de organização, rotina e gestão do tempo para potencializar o efeito da medicação.

Benefícios do Tratamento Especializado

Melhora no Desempenho Profissional e Acadêmico

Maior capacidade de concentração, cumprimento de prazos e consistência nas entregas.

Regulação Emocional

O tratamento ajuda a reduzir a irritabilidade e a “montanha-russa” emocional frequentemente associada à frustração do TDAH não tratado.

Segurança Clínica

Muitos pacientes têm receio do tratamento medicamentoso. Sob a supervisão do Dr. Fernando Guedes, o uso da medicação é seguro, monitorado e focado na autonomia do paciente, desmistificando medos sobre dependência ou alterações de personalidade.

1. Quantas sessões de EMT são necessárias?

O número de sessões varia conforme o diagnóstico e a resposta individual. Em média, são indicadas de 20 a 30 sessões, realizadas diariamente ou em dias alternados. Após a fase inicial, podem ser feitas sessões de manutenção, conforme orientação médica.

Em alguns casos, sim. Em outros, ela atua como tratamento complementar, potencializando os efeitos dos medicamentos e reduzindo a necessidade de altas dosagens. A decisão é sempre individualizada e definida pelo psiquiatra responsável.

A EMT é indolor. Alguns pacientes relatam apenas uma leve sensação de formigamento ou pressão no couro cabeludo durante os primeiros minutos da sessão, que tende a diminuir ao longo do tratamento.
Os efeitos colaterais são raros e leves, geralmente restritos a dor de cabeça leve ou sensibilidade local. Não há comprometimento cognitivo, sedação ou necessidade de internação.
Cada sessão dura entre 20 e 40 minutos, dependendo do protocolo utilizado e da área cerebral estimulada. O paciente pode retornar às suas atividades normais imediatamente após o procedimento.
Sim, desde que o paciente seja avaliado previamente por um psiquiatra. A EMT não é indicada para pessoas com marcapasso, implantes metálicos na cabeça ou histórico de crises epilépticas não controladas. Fora essas exceções, é um tratamento amplamente seguro.
A maioria dos pacientes nota melhora significativa entre a segunda e a quarta semana de tratamento. A evolução é gradual e contínua, com resultados sustentados ao longo do tempo.